Não sei se eu que sou um pé frio, ou se mineiro no Rio que não da certo. No ultimo fim de semana decidir dar um volta no Rio com minha esposa para descansar um pouco, a viagem foi muito boa. Só não sei se descansei. Vamos à história.

Tudo começou em uma noite escura na Rodoviára de Belo Horizonte. Desta vez fomos de onibus pois “virar borboleta” com diz certa companhia estava meio caro. Então fomos de “ôns mesmo”. Chegando na rodoviária esperando nosso “Halley”, para não falar o nome da viação. Descobrimos que em nosso horário tinha dois onibus partindo para o Rio. Isso é bom, pois dois ônibus indo juntos é melhor. Porém para começar o primeiro ônibus teve que pegar no tranco. Um monte de marmanjo dentro da rodoviária empurrando um ônibus. Graças a Deus que esse não era o nosso. Finalmente saímos da rodoviária e o que vemos meia hora depois? Aquele “caco véi” que saiu empurrado da rodoviária quebrado no caminho. Até ai tudo bem, não era o nosso mesmo. Porém chegando em Juiz de Fora o pneu do nosso ônibus esvaziou. O motorista não quis trocar e vamos “se bora”; horas depois estavamos no Rio de Janeiro em pleno horário de pico na Av. Brasil. Até que em um determinado momento o ônibus começa a mancar. Olha o motivo.

Ficou assim

Sabe como isso me deixou?

choro

Mas até ai tudo bem. Porém tem mais. Como iríamos ficar na casa de uns amigos e eles também estavam na Av. Brasil de carro. Eles nos pegaram lá e fomos para Queimados.

Na manhã seguinte como todo bom mineirim que vai no Rio, “vamos a la praia”. Na metade do caminho meu pé frio começou a funcionar novamente. A homocinética do carro quebrou. Passamos a tarde inteira correndo atrás desse peça. Finalmente as 4 horas da tarde estávamos na Barra da Tijuca.

“Ah! Praia! Maravilha.”

praia

Mas como eu já disse como todo bom mineirim pé frio. Quinze minutos depois começou a cair um temporal.

“Ah! Tchau praia.”

RESUMO DA PRAIA

17 mergulhos
17 caldos ou caixotes (detalhe que o primeiro me arrastou na areia que nem uma estrela do mar).

Mas não parou por ai…. voltamos para casa; “fazer o que né”.

Já no dia seguinte tinhamos que voltar para casa. Nosso “Halley” iria sair as 23:58. Vamos pegar a Av. Brasil e “vamo se bora”. Estamos lá todo feliz na Brasil brincando e rindo para logo descobrir que a chuva que tinha caído alagou a avenida e em uma distancia de 15 minutos da rodoviária esperamos 2h30m. Finalmente chegamos na rodoviária por volta de 2 da manhã. Conseguimos trocar a passagem para as 9 da manhã. Voltamos para a casa e chegamos por volta das 4 da manhã para levantar às 6h.

Isso que é descansar. Minerim no Rio não da certo.