O motivo do apagão em Itaipu…
novembro 17th, 2009. Publicado em Vida. 2 Comentários.
Bom recentemente tivemos esse grande apagão em Itaipu. Bom eu sei que vai ser difícil eles divulgarem o motivo do apagão, mas eu consegui uma informação confidencial porque aconteu o apagão.
Bom recentemente eles contrataram uma estagiária, para cuidar dos relatórios de troca de energia entre as usinas. No dia 09.10.2009 ela ficou fazendo hora extra em Itaipu e no final da noite o chefe do setor saiu e disse para a estagiária: Quando sair apague as luzes…
Essa foi péssima né… e seu eu falar que a estagiária era loira. Melhora?
Bela solução para as “firulas” dos designers
novembro 6th, 2009. Publicado em Desenvolvimento, JavaScript, Quebra Galho. Sem Comentários.
Aqui entre nós. Esses designers deveriam aprender um pouco mais sobre html. Acho que vou escrever para o MEC para incluir html na grade curricular do curso de design web. Esses caras acham que se é possível desenhar um site no Photoshop é possível fazer ele em html, ainda mais tendo que fazer funcionar no IE6. Aff. Um tempo atrás peguei um site para produzir e criar um template para o WordPress e o design colocou todo o conteúdo do site em uma fonte “esdrúxula” e eu procurei uma fonte padrão mais parecida com a dele, e o cara veio reclamar que não era a fonte que ele “criou”. Oh deus do design!
Um tempo atrás o site do PatioSavassi tinha dezenas de flash só para colocar os títulos das seções com fontes diferente, uma solução aceitável mas de muito código. Bom vamos ao que interessa. Nesses momentos que os design te fazem raiva com fontes “esdrúxula”. Você só precisa fazer algumas “coisinhas”. Primeiro pedir os arquivos das fontes para ele. Depois utilizar esse script muito interessante e simples de usar. Cufón – fonts for the people.
Basta você fazer o download da biblioteca, escolher a fonte desejada e gerar o script da fonte atraves do site. Após preencher as informações necessárias e selecionar a fonte clique em “Let’s do this!”. Baixe o script que ele irá gerar e divirta-se. Outra coisa interessante é que o script captura informações do seu CSS criando os canvas com os atributos dele.
Exemplo fonte “Cherif”
Até em links com hover: Varal de Bits
CSS
<style type=”text/css”>
#varal-de-bits {color: #86A63F;letter-spacing:1px; }
#varal-de-bits a {color: #86A63F}
#varal-de-bits a:hover {color: #B7BFA7}
</style>
Javascript
<script type=”text/javascript” src=”cufon-yui.js”></script>
<script type=”text/javascript” src=”cherif_400.font.js”></script>
<script type=”text/javascript”>
Cufon.replace(‘#varal-de-bits p’, { textShadow: ‘#000 1px 1px’, hover: ‘true’});
</script>
HTML
<div id=”varal-de-bits”>
<div>
Viu como é fácil colocar isso em sua página.<br />
Até em links com hover:
<a href=”http://www.varaldebits.com.br”>Varal de Bits</a>
</div>
</div>
Multiple IE e IETester
julho 27th, 2009. Publicado em Desenvolvimento. 6 Comentários.
Quantas e quantas vezes você já não se deparou com a necessidade de testar sua aplicação em várias navegadores, inclusive nos amados IEs (Internet Explorer). Comecei fazendo esses testes usando o Multiple IE. Deixava o IE7 na minha maquina e usava o Multiple IE para testar do 6 para baixo. Até que nossa empresa amada lançou o IE8, com mais bugs do que o IE7, mas quem diz que clientes sabem disso?
“Ah! Nossas maquinas foram atualizadas para o IE8 e o sistema parou de funcionar. O layout está quebrado, bla, bla, bla…”
Deixe-me fazer uma observação: Como uma empresa faz atualizações em seu navegador e consegue fazer sistema e sites que funcionavam nos antigos pararem de funcionar com as novas atualizações? Uma coisa é existir novas funcionalidades. Outra e fazer funcionalidades antigas pararem de funcionar. Vai entender.
Então o que fazer? Foi ai que descobri o IETester um programinha muito bacana, porém um pouco pesado. Nele você encontra desde do IE5 até o IE8 e o interessante desta nova versão é que você pode dividir a tela do programa com mais de um IE, ou seja testa nos dois ao mesmo tempo. Dentre outras funcionalidades do programa.
Em minhas experiências com ambos sistema aconselho mais o IETester pois fornece mais ferramentas e melhor usabilidades. E para os chatos como eu não espalha aquele tanto de IE no seu sistema. Porém tenha uma máquina um pouquinho melhor para aguentar o programa. Ele é um pouco pesado ainda. E quando for utilizar a funcionalidade de abrir uma url ou uma página com todos ao mesmo tempo, tome cuidado, dependendo da máquina o sistema irá fechar sozinho.
Mais vai um conselho. Cuidado em testar CSS e JS nesses programas pois as vezes eles dão pau e você fica quebrando cabeça atoa. Se você constantemente tem que testar páginas nos IE faça como eu fiz em minha empresa; se tiver a possibilidade. Tenho 3 maquinas diferentes, cada um com um programador. Cada máquina tem um IE, evitamos as atualizações dos navegadores e mantemos as maquinas como estão. Assim temos a garantia de não ficarmos agarrados em Bugs dos programas que emulam o IE.
Outra dica é o seguinte. Tenha também uma maquina com o Vista. Pois tenho enfrentando problemas de diferenças do IE8 para o Vista e o XP.
São dicas para que você não perca tempo e também não entregue algo para o cliente e ele fica torrando a paciência falando que o site está quebrando no IE e você testa na sua maquina e tudo esta certo. Até você descobrir que o sistema operacional também está influenciando no funcionamento IE8
W3C X Target _new ou _blank
julho 26th, 2009. Publicado em Desenvolvimento, Quebra Galho. Sem Comentários.
Estou agora na era W3C. A empresa que trabalho exigi que façamos todos os sites validados pela W3C. Nunca me preocupei tanto com isso como agora. Mas recentemente tive um pequeno problema. Um cliente pediu para abrir um aquivo pdf em outra página. E lá fui eu todo bonito coloquei o target=”_new”, para descobrir que o W3C não valida isso. Tudo bem que vem com aquela liçao de moral. “De que o usuário do site tem que ter a liberdade de abrir um link na página que ele quiser e bla, bla, bla…” mas cliente não quer nem saber disso. Dureza. Ai começa a chover um monte de coisa…
<a href=”javascript:link_externo(“http://bitbucket.com.br”)”>BitBucket</a>
// Script
function link_externo(url){
window.open(url,”,”);
}
Não preciso nem falar o que isso gera nos browsers. E eu como sou um cara muito chato. Não achei isso a melhor solução. Deve existir outra maneira melhor para fazer ter o target=_new e passar no W3C. Foi ai que entrou em ação nosso amado jQuery. Ow ferramente maravilhosa. Uma solução muito mais simples, funcional e elegante.
<a href=”http://bitbucket.com.br” rel=”externo”>BitBucket</a>
// Script
$(document).ready(function(){
$(“a[@rel=externo]“).attr(‘target’,'_new’);
});
Ou seja, qualquer link em seu site que você colocar o rel=”externo”, o jQuery irá aplicar o atributo target para você. Maravilhoso.
Aproveite e se livre desse x vermelho no canto direito do seu Firefox.
Microbyte visível ao google que atravessa….
abril 21st, 2009. Publicado em Vida. 2 Comentários.
Microbyte visível ao google que atravessa os filtros que retêm habitualmente os spams. Isto é a definição de blog. Segundo meu entendimento. Se você clicar neste link entenderá o que quero dizer.
Esse negócio de blog é um vírus mesmo. Meu irmão postava a vida dele toda no blog. Acho que ainda posta. E o cara ficava no meu pé o tempo todo para ter um. Depois de muito tempo aqui estou com o meu. Está parecendo um Ford Ka mil. Quase não anda, mas vai devagar. Mas esse vírus foi um pouco além.
Eu conheço uma pessoa que vivia falando que blog era um perda de tempo. Que o Ronaldo não tinha mais o que fazer, vivia escrevendo em blogs. Que agora eu também não tenho o que fazer, pois tenho o meu também. E agora ela foi infectada. Adivinha quem…. minha esposa.
Agora vamos ver o que dá né.
Tô de olho… vigiando!
Minerim pé frio no Rio
janeiro 25th, 2009. Publicado em Vida. 4 Comentários.
Não sei se eu que sou um pé frio, ou se mineiro no Rio que não da certo. No ultimo fim de semana decidir dar um volta no Rio com minha esposa para descansar um pouco, a viagem foi muito boa. Só não sei se descansei. Vamos à história.
Tudo começou em uma noite escura na Rodoviára de Belo Horizonte. Desta vez fomos de onibus pois “virar borboleta” com diz certa companhia estava meio caro. Então fomos de “ôns mesmo”. Chegando na rodoviária esperando nosso “Halley”, para não falar o nome da viação. Descobrimos que em nosso horário tinha dois onibus partindo para o Rio. Isso é bom, pois dois ônibus indo juntos é melhor. Porém para começar o primeiro ônibus teve que pegar no tranco. Um monte de marmanjo dentro da rodoviária empurrando um ônibus. Graças a Deus que esse não era o nosso. Finalmente saímos da rodoviária e o que vemos meia hora depois? Aquele “caco véi” que saiu empurrado da rodoviária quebrado no caminho. Até ai tudo bem, não era o nosso mesmo. Porém chegando em Juiz de Fora o pneu do nosso ônibus esvaziou. O motorista não quis trocar e vamos “se bora”; horas depois estavamos no Rio de Janeiro em pleno horário de pico na Av. Brasil. Até que em um determinado momento o ônibus começa a mancar. Olha o motivo.

Sabe como isso me deixou?

Mas até ai tudo bem. Porém tem mais. Como iríamos ficar na casa de uns amigos e eles também estavam na Av. Brasil de carro. Eles nos pegaram lá e fomos para Queimados.
Na manhã seguinte como todo bom mineirim que vai no Rio, “vamos a la praia”. Na metade do caminho meu pé frio começou a funcionar novamente. A homocinética do carro quebrou. Passamos a tarde inteira correndo atrás desse peça. Finalmente as 4 horas da tarde estávamos na Barra da Tijuca.
“Ah! Praia! Maravilha.”

Mas como eu já disse como todo bom mineirim pé frio. Quinze minutos depois começou a cair um temporal.
“Ah! Tchau praia.”
RESUMO DA PRAIA
17 mergulhos
17 caldos ou caixotes (detalhe que o primeiro me arrastou na areia que nem uma estrela do mar).
Mas não parou por ai…. voltamos para casa; “fazer o que né”.
Já no dia seguinte tinhamos que voltar para casa. Nosso “Halley” iria sair as 23:58. Vamos pegar a Av. Brasil e “vamo se bora”. Estamos lá todo feliz na Brasil brincando e rindo para logo descobrir que a chuva que tinha caído alagou a avenida e em uma distancia de 15 minutos da rodoviária esperamos 2h30m. Finalmente chegamos na rodoviária por volta de 2 da manhã. Conseguimos trocar a passagem para as 9 da manhã. Voltamos para a casa e chegamos por volta das 4 da manhã para levantar às 6h.
Isso que é descansar. Minerim no Rio não da certo.
O dia em que eu perdi tempo
janeiro 12th, 2009. Publicado em Vida. Sem Comentários.
Hoje fui assistir o filme “o dia em que eu perdi tempo“. Já pelo nome do post dá pra ter uma idéia do que achei.
Vai caminhando durante todo o filme uma historinha básica. O trailer ou qualquer sinopse que você vê ou lê, dá uma idéia bem diferente do que ele é de verdade. Não vejo algo especial. Não quero ficar comentando muito sobre o filme para não atrapalhar o cinema de outros, mas está aí minha opinião. Porém, há coisas engraçadas no filme. Tipo, propagandas, propagandas e propagandas.
É até engraçado você reparar. Quanto o garoto senta na cama jogando o seu joguinho, seu pc é um LG. Quando a mulher recebe um celular do governo e ele é jogado na cama ele é um? LG. O carro para um um estacionamento e o que aparece no parabrisa do carro? McDonald’s.
Agora o mais engraçado. Mas você tem que ser rápido para perceber. Quando os cientistas vão explicar uma coisinha para o governo a cena passa rapidamente pela o PC mesa da Microsoft (M. Surface) e o que você vê? A bolinha do Vista. Aí a cena vai para os cientístas e quando volta para a mesa. Lá está todo o conteúdo dos cientistas. Serão mensanges do além!?
Não!
Acho que é da Microsoft mesmo.
Bom é isso ai, pega seu dinheirinho suado e vai gastar no cinema para ver o filme “O DIA EM QUE O SOFTWARE PAROU”
Será isso uma mensagem subliminar para a Microsoft? Não é direta mesmo. Corre atrás mesmo porque está ficando a ver navios.
Celta ou Uno? .erb ou .haml?
janeiro 3rd, 2009. Publicado em #haml, Desenvolvimento, RubyOnRails. Sem Comentários.
Dúvidas cruéis ou simplesmente gosto? Bom como eu falei finalmente consegui tempo para fazer um teste de performance para tentar descobrir o que é melhor. Usar haml ou as bibliotecas do RoR para gerar html. Fiz um teste bem básico de renderização para sanar minha grande curiosidade. Fiz uma busca de 70456 usuários e depois um loop básico.
RoR:
<ol>
<% @users.each do |user| %>
<li>
<%= link_to “#{user.first_name} #{user.last_name}”, user %><br/>
<%= mail_to user.email, user.email %>
</li>
<% end %>
</ol>#HAML
%ol
- @users.each do |user|
%li
%a{:href => “/users/#{user.id}”}= “#{user.first_name} #{user.last_name}”
%br
%a{:href => “mailto:#{user.email}”}= user.email
Fiquei surpreso com o resultado. Ao utilizar o #haml minha página renderizou em 34.34400 (12%) e para a minha surpresa sem o #haml em 31.95400 (11%). Uma diferença de pouco mais de 2sec. Para um loop simples e pouco conteúdo para renderizar é uma diferença muito grande. Se você pensar em uma página com bastante códigos #haml essa diferença pode aumentar considerávelmente. Bom é isso ai. Fica a seu critério. Visualmente o #haml é bem melhor, validação W3C também, porém para performance fica minhas dúvidas.
Sobre o Celta e o Uno. Fico com o Celta.
Isso leva o #haml ser ruim?
dezembro 16th, 2008. Publicado em #haml, Desenvolvimento, RubyOnRails. Sem Comentários.
Bom estou aqui novamente falando do #haml. Exatamente agora acabei de converter um projeto todo para #haml encontrei alguns obstáculos na utilização do haml. Ainda não fiz o teste de performance, mas assim que terminar esse artigo farei alguns testes para possívelmente aplicar o #haml em um projeto que estamos trabalhando. Assim que tiver resultado post aqui para vocês. Bom voltando aos obstáculos. Na verdade não sei se posso chamar de obstáculos, mas sim de qualidade de código. Uma das coisas que mais me chamou atenção no #haml foi a questão de economia de linhas como falei no artigo anterior. Porém em alguns pontos gastei mais linhas do que economizei.
Para gerar um menu assim:
ver álbum | adicionar mais fotos | editar álbum | excluir álbum
Você pode fazer assim:
<%= link_to ‘ver álbum’, ‘url’ %> |
<%= link_to ‘adicionar mais fotos’, ‘url’ %> |
<%= link_to ‘editar álbum’, ‘url’ %> |
<%= link_to ‘excluir álbum’, ‘url’ %>Agora em #haml:
a%{:href => url} ver álbum
|
a%{:href => url} adicionar mais fotos
|
a%{:href => url} editar álbum
|
a%{:href => url} excluir álbum
Quase dobramos o número de linhas, de 4 para 7 linhas. Esse é um exemplo que você irá ter mais linhas do que se não usasse o #haml, com certeza irá bater com outros detalhes. Porém até agora ainda não considero o #haml ruim, olhando a documentação encontrei muitas coisas que não tinha reparado antes. Mas por hoje é só.
Vou aproveitar para dar um dica.
Quanto você for fazer um form em sua aplicação e utilizar a função “form_for” e derivados não coloque “=” e sim “-” pois senão seu “form” será duplicado.
#haml – Soluções em HTML?
dezembro 12th, 2008. Publicado em #haml, Desenvolvimento, RubyOnRails. 7 Comentários.
Recentemente meu irmão Ronaldo Ferraz, apresentou uma coisinha chamada HAML a mim, comecei a “brincar” com ela no mesmo instante e comecei a achar esse bichinho interresante. O que ele exatamente faz pra você, resumidamente.
Ele ajuda a você a criar html. Você não precisa preocupar mais com identação, abrir e fechar tag, onde abre e onde fecha tag html e o melhor economiza código. Estou aplicando esse bichinho em um site pessoal que estou desenvolvendo. Tive já alguns resultados gratificantes. A página que renderiza o layout tem 172 linhas, após converter para haml, terminei com 42 linhas e com o código perfeitamente identado e limpo. Até este momento estava muito empolgado, mas estou começando a encontrar alguns obstáculos. Não grandes o suficiente para parar ou descatar o haml, mas que ainda não encontrei soluções.
Por exemplo:
<!–[if IE 7]>
<%= stylesheet_link_tag “ie7″ %>
<![endif]–><!–[if lte IE 6]>
<%= stylesheet_link_tag “ie6″ %>
<![endif]–>
Isso eu ainda não consegui aplicar ao haml, o que faço é criar um partial em htm.erb. O que ainda não tive tempo de testar é performace, mas assim que der estarei aplicando a postando aqui.
Pessoal se vocês tiverem dicas e sugestões posta ai para a gente.