Nem sou tão fanático assim…

Posted by Renato Ferraz on April 28th, 2009

Já faz um bom tempo que sou cruzeirense. Já fui fanático, nem tanto assim. Mas já fui torcedor. Quando dava para ir no minerão, eu ai. Quando não dava ficava gritando pelas ruas. Hoje em dia já não me importo mais com futebol. Não tenho muita paciência para ficar vendo e gritando para 22 homens correndo atras de uma bola e 1 homem correndo atras dos 22. Mas vamos ao que realmente interessa.

Domingo estava eu em casa tentando trabalhar, mas uma barulheira no céu não permitia. Tirando o fato que minha esposa também não deixava. Porque cada hora que tinha esse tal barulho no céu ela dava um grito e passava correndo do quarto para a sala.

Como diz aquele velho ditado. “Se não pode vence-los, junte-se a eles”. Fui então ver o motivo desta bagunça. Então finalmente entendi. 5×0.

Essa foi dureza. Como disse no título deste post. “Nem sou tão fanático assim…”, mas não poderia deixar essa passar em “preto e branco”. Tinha que passar em azul mesmo.

FIZ UM PRESENTE PARA OS ATLÉTICANOS.

Não damos valor…

Posted by Renato Ferraz on April 25th, 2009

As vezes o mundo cobra tanto da gente. Somos cobrado no trabalho. Somos cobrado pelo banco. Somos cobrados pelo supermecado (rsrsrs). São tantas coisas que as vezes perdemos a noção. Quando conseguimos um tempo enfiamos a cara em coisas nossas. Como projetos pessoais, jogos na internet, etc… ou até mesmo ficamos no trabalho conversando com amigos.

Só que esquecemos algo que é tão precioso, mas por estar ao nosso lado todos os dias acabamos achando que são coisas cotidianas. Acabamos não dando o valor que merece. Nossa esposa e filhos. Como ainda não tenho filhos. Eu posso falar somente minha esposa.

Decidir escrever esse post. Para dizer a ela que a amo de mais. E agradecer porque é ela que me ajuda, que me da força e que cuida de mim. O que me faz ser um homem de grande sorte.

Preciamos olhar mais para quem está dentro de nossa casa. Porque essas pessoas que verdadeiramente são especiais.

TE AMO MINHA LINDA

Microbyte visível ao google que atravessa….

Posted by Renato Ferraz on April 21st, 2009

Microbyte visível ao google que atravessa os filtros que retêm habitualmente os spams. Isto é a definição de blog. Segundo meu entendimento. Se você clicar neste link entenderá o que quero dizer.

Esse negócio de blog é um vírus mesmo. Meu irmão postava a vida dele toda no blog. Acho que ainda posta. E o cara ficava no meu pé o tempo todo para ter um. Depois de muito tempo aqui estou com o meu. Está parecendo um Ford Ka mil. Quase não anda, mas vai devagar. Mas esse vírus foi um pouco além.

Eu conheço uma pessoa que vivia falando que blog era um perda de tempo. Que o Ronaldo não tinha mais o que fazer, vivia escrevendo em blogs. Que agora eu também não tenho o que fazer, pois tenho o meu também. E agora ela foi infectada. Adivinha quem…. minha esposa.

Agora vamos ver o que dá né.

Tô de olho… vigiando!

Processo de um projeto bem sucedido

Posted by Renato Ferraz on January 29th, 2009

Quando você está em uma empresa até o projeto chegar em sua mão. Passa por várias outras. Ai da nisso.

projeto-parque

Nada contra cada um destes profissionais, o que seria de nossa área sem eles…… Mais felizes!

Google Maps chegou em BH

Posted by Renato Ferraz on January 26th, 2009

Porque essa Google tem que se intrometer em tudo? Não tenho nada contra a Google e muito menos contra o Google maps. Mas hoje precisei de olhar no BusOnline um itinerário de um ônibus e me deparei com a mensagem. A empresa que controla o nosso fluxo de ônibus (BHtrans) fechou um contrato com a Google para colocar no google maps o itinerário dos ônibus. Até ai tudo bem. Então fui para o goggle maps tentar ver o itinerário que precisava, mas que beleza não funciona direito, marca o trajeto errado e ainda dificulta você de achar o local certo. Temos como reclamar? Acho que não. Dureza….

Minerim pé frio no Rio

Posted by Renato Ferraz on January 25th, 2009

Não sei se eu que sou um pé frio, ou se mineiro no Rio que não da certo. No ultimo fim de semana decidir dar um volta no Rio com minha esposa para descansar um pouco, a viagem foi muito boa. Só não sei se descansei. Vamos à história.

Tudo começou em uma noite escura na Rodoviára de Belo Horizonte. Desta vez fomos de onibus pois “virar borboleta” com diz certa companhia estava meio caro. Então fomos de “ôns mesmo”. Chegando na rodoviária esperando nosso “Halley”, para não falar o nome da viação. Descobrimos que em nosso horário tinha dois onibus partindo para o Rio. Isso é bom, pois dois ônibus indo juntos é melhor. Porém para começar o primeiro ônibus teve que pegar no tranco. Um monte de marmanjo dentro da rodoviária empurrando um ônibus. Graças a Deus que esse não era o nosso. Finalmente saímos da rodoviária e o que vemos meia hora depois? Aquele “caco véi” que saiu empurrado da rodoviária quebrado no caminho. Até ai tudo bem, não era o nosso mesmo. Porém chegando em Juiz de Fora o pneu do nosso ônibus esvaziou. O motorista não quis trocar e vamos “se bora”; horas depois estavamos no Rio de Janeiro em pleno horário de pico na Av. Brasil. Até que em um determinado momento o ônibus começa a mancar. Olha o motivo.

Ficou assim

Sabe como isso me deixou?

choro

Mas até ai tudo bem. Porém tem mais. Como iríamos ficar na casa de uns amigos e eles também estavam na Av. Brasil de carro. Eles nos pegaram lá e fomos para Queimados.

Na manhã seguinte como todo bom mineirim que vai no Rio, “vamos a la praia”. Na metade do caminho meu pé frio começou a funcionar novamente. A homocinética do carro quebrou. Passamos a tarde inteira correndo atrás desse peça. Finalmente as 4 horas da tarde estávamos na Barra da Tijuca.

“Ah! Praia! Maravilha.”

praia

Mas como eu já disse como todo bom mineirim pé frio. Quinze minutos depois começou a cair um temporal.

“Ah! Tchau praia.”

RESUMO DA PRAIA

17 mergulhos
17 caldos ou caixotes (detalhe que o primeiro me arrastou na areia que nem uma estrela do mar).

Mas não parou por ai…. voltamos para casa; “fazer o que né”.

Já no dia seguinte tinhamos que voltar para casa. Nosso “Halley” iria sair as 23:58. Vamos pegar a Av. Brasil e “vamo se bora”. Estamos lá todo feliz na Brasil brincando e rindo para logo descobrir que a chuva que tinha caído alagou a avenida e em uma distancia de 15 minutos da rodoviária esperamos 2h30m. Finalmente chegamos na rodoviária por volta de 2 da manhã. Conseguimos trocar a passagem para as 9 da manhã. Voltamos para a casa e chegamos por volta das 4 da manhã para levantar às 6h.

Isso que é descansar. Minerim no Rio não da certo.

O dia em que eu perdi tempo

Posted by Renato Ferraz on January 12th, 2009

Hoje fui assistir o filme “o dia em que eu perdi tempo“. Já pelo nome do post da pra ter uma idéia do que achei.
Vai caminhando durante todo o filme uma historinha básica. O trailer ou qualquer sinopse que você vê ou lê, dá uma idéia bem diferente do que ele é de verdade. Não vejo algo especial. Não quero ficar comentando muito sobre o filme para não atrapalhar o cinema de outros, mas está aí minha opinião. Porém tem coisas engraçadas no filme. Como propagandas, propagandas e propagandas.

É até engraçado você reparar. Quanto o garoto senta na cama jogando o seu joguinho, seu pc é um LG. Quando a mulher recebe um celular do governo e ele é jogado na cama ele é um? LG. O carro para um um estacionamento e o que aparece no parabrisa do carro? McDonald’s.

Agora o mais engraçado. Mas você tem que ser rápido para perceber. Quando os cientistas vão explicar uma coisinha para o governo a cena passa rapidamente pela o PC mesa da Microsoft (M. Surface) e o que você vê? A bolinha do Vista. Aí a cena vai para os cientístas e quando volta para a mesa. Lá está todo o conteúdo dos cientistas. Serão mensanges do além!?

Não!

Acho que é da Microsoft mesmo.

Bom é isso ai, pega seu dinheirinho suado e vai gastar no cinema para ver o filme “O DIA EM QUE O SOFTWARE PAROU”

Será isso uma mensagem subliminar para a Microsoft? Não é direta mesmo. Corre atrás mesmo porque está ficando a ver navios.

Migrate Invertido - SQL2Rails

Posted by Renato Ferraz on January 11th, 2009

Nada como voltar aos trilho. Em particular gosto de utilizar o phpmyadmin e o pgadmin para criar minhas estrutura de banco de dados tanto quando desenvolvo em RoR ou em qualquer outra linguagem, mas depois eu acabava perdendo tempo para gerar os migrates. Então porque não agilizar isso. Foi ai então que surgiu esta idéia. “SQL2Rails”. Um script em PHP que gera arquivos .rb para serem utilizados no migrate do RAILS. Hoje o script suporta os bancos de dados MYSQL e POSTGRES mas é muito fácil aplicar outros bancos caso você precise. Eu o criei atendendo uma necessidade minha. É um script simples mas estou querendo melhorar; porém, por agora atende o que preciso. Se você tiver vontade fazer algumas melhorias, fique a vontade–é muito simples de usar.

Baixe o arquivo: sql2rails

Dentro do .zip tem um arquivo config.php que você coloca as informações necessárias para acessar seu banco. Neste mesmo arquivo, existe um define TIMEMIGRATIONS. Caso ele esteja false o script irá criar os arquivos por ordem numérica, caso true irá criar baseado em datetime.
Acesse a pasta “sql2rails” e rode o comando “php migrate”. O script irá criar uma pasta db onde você terá todos os arquivos migrates.

Celta ou Uno? .erb ou .haml?

Posted by Renato Ferraz on January 3rd, 2009

Dúvidas cruéis ou simplesmente gosto?

Bom como eu falei finalmente consegui tempo para fazer um teste de performance para tentar descobrir o que é melhor. Usar haml ou as bibliotecas do RoR para gerar html.

Fiz um teste bem básico de renderização para sanar minha grande curiosidade. Fiz uma busca de 70456 usuários e depois um loop básico.

RoR:

<ol>
<% @users.each do |user| %>
<li>
<%= link_to “#{user.first_name} #{user.last_name}”, user %><br/>
<%= mail_to user.email, user.email %>
</li>
<% end %>
</ol>

#HAML

%ol
- @users.each do |user|
%li
%a{:href => “/users/#{user.id}”}= “#{user.first_name} #{user.last_name}”
%br
%a{:href => “mailto:#{user.email}”}= user.email

Fiquei surpreso com o resultado. Ao utilizar o #haml minha página renderizou em 34.34400 (12%) e para a minha surpresa sem o #haml em 31.95400 (11%). Uma diferença de pouco mais de 2sec. Para um loop simples e pouco conteúdo para renderizar é uma diferença muito grande. Se você pensar em uma página com bastante códigos #haml essa diferença pode aumentar considerávelmente.

Estes testes foram feitos na “janela”, nem sempra esse janela está limpa com vidrex, por isso quero ainda fazer em um pc linux, assim que der post aqui para nós.

Bom é isso ai. Fica a seu critério. Visualmente o #haml é bem melhor, validação W3C também, porém para performance fica minhas dúvidas.

Sobre o Celta e o Uno. Fico com o Celta.

Isso leva o #haml ser ruim?

Posted by Renato Ferraz on December 16th, 2008

Bom estou aqui novamente falando do #haml. Exatamente agora acabei de converter um projeto todo para #haml encontrei alguns obstáculos na utilização do haml. Ainda não fiz o teste de performance, mas assim que terminar esse artigo farei alguns testes para possívelmente aplicar o #haml em um projeto que estamos trabalhando. Assim que tiver resultado post aqui para vocês.

Bom voltando aos obstáculos. Na verdade não sei se posso chamar de obstáculos, mas sim de qualidade de código. Uma das coisas que mais me chamou atenção no #haml foi a questão de economia de linhas como falei no artigo anterior. Porém em alguns pontos gastei mais linhas do que economizei.

Para gerar um menu assim:
ver álbum | adicionar mais fotos | editar álbum | excluir álbum

Você pode fazer assim:

<%= link_to 'ver álbum', 'url' %> |
<%= link_to 'adicionar mais fotos', 'url' %> |
<%= link_to 'editar álbum', 'url' %> |
<%= link_to 'excluir álbum', 'url' %>

Agora em #haml:

a%{:href => url} ver álbum
|
a%{:href => url} adicionar mais fotos
|
a%{:href => url} editar álbum
|
a%{:href => url} excluir álbum

Quase dobramos o número de linhas, de 4 para 7 linhas. Esse é um exemplo que você irá ter mais linhas do que se não usasse o #haml, com certeza irá bater com outros detalhes. Porém até agora ainda não considero o #haml ruim, olhando a documentação encontrei muitas coisas que não tinha reparado antes. Mas por hoje é só.

Vou aproveitar para dar um dica.
Quanto você for fazer um form em sua aplicação e utilizar a função “form_for” e derivados não coloque “=” e sim “-” pois senão seu “form” será duplicado.


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